Novo jogo interactivo lançado pela SeguraNet para alunos do 1º e 2º ciclos


Acaba de ser disponibilizada mais uma aplicação de jogos SeguraNet que para além de promoverem a ensino/aprendizagem para as novas tecnologias de forma divertida, põem o foco na utilização segura e crítica da rede.

Para a camada mais nova de utilizadores, que são as crianças do 1ºciclo e 2º ciclo e também para os adultos que os acompanha estão pouco familiarizados com os termos utilizados nas novas tecnologias. Confira.

Jogo dos números primos

Um número primo é um número natural que tem exactamente dois divisores: o número um e ele mesmo.


No jogo interactivo e didáctico em que o utilizador podem através de tentativas acertar em todos os números primos de 1 a 25 ou 100, e em que sempre que o utilizador errar ser-lhe-ão descontados pontos.

Numeração Romana

O site interactivo e didáctico sobre a numeração romana, em que as crianças podem de uma forma divertida através de um jogo aprender os números romanos e competindo contra um adversário..!

Este jogo é para ser jogado por dois jogadores. Um deles escreve um número em numeração árabe enquanto o outro terá que representar esse mesmo número em numeração romana.



Site: http://nautilus.fis.uc.pt/mn/romana/index.html

Conjectura de Goldbach

É um jogo matemático online com base na conjectura do matemático Christian Goldbach que é a seguinte :

"Todo o número ímpar superior ou igual a 7 é soma de dois números primos"

Esta conjectura é conhecida como Conjectura de Goldbach. Até hoje ainda não se sabe se é verdadeira.

Para todos os números pares para os quais foram feitos cálculos até hoje, sempre se encontraram dois números primos que a satisfazem.

Site: http://nautilus.fis.uc.pt/mn/goldbach/index.html

A sala de aula do futuro

Sendo um projecto apresentado podemos ver uma perspectiva da evolução (verosímil) da sala de aula nos próximos anos:

http://www.etc.cmu.edu/projects/cof/documentation/index.html

Este é um projeto apresentado no semestre no Centro Tecnologico de Entretenimento da Universidade Carnegie Mellon. Em que o objetivo é demonstrar como várias tecnologias podem ajudar a resolver questões que estão tendo professores e alunos.
Isto será conseguido através da combinação de métodos e tecnologias com a apresentação mostrando como as pessoas que se dedicarem ao conteúdo pode ser criado no nosso escarnecessem dentro da sala de aula.

Logótipo personalizado com CoolText.com

Cool Text é um gerador de gráficos grátis para páginas web e para onde mais for preciso de um logo com trabalho de design.

Simplesmente escolha o tipo de imagem que desejada. Então preencha o formulário e ter a sua imagem criada rapidamente.

Os diferentes estilos de logótipo oferecem opções diferentes. Consoante o estilo que escolher, estas opções podem definir cores, determinar se o texto é apresentado em baixo-relevo ou em alto-relevo, etc.

Esta páginda Web http://pt.cooltext.com/ fornece uma extensa lista com nomes de cores e exemplos de cada cor. Basta decidir qual é a cor preferida e clicar nela para regressar ao CoolText.com com essa cor seleccionada.

Para especificar uma cor de brilho, basta introduzir os valores numéricos nas caixas de texto R, G e B (vermelho, verde e azul) ou introduzir os respectivos valores hexadecimais à direita.

Paleta de cores seguras para Web

Cor no modelo de cores RGB pode ser descrita pela indicação da quantidade de vermelho (Red), verde (Green) e azul (Blue) que contém.

Uma das representações mais usuais para as cores é a utilização da escala de 0 à 255, é possível representar os sistema de cores pela banda RGB semelhante ao uso do 255.

Nos programas de edição de imagem, esses valores são habitualmente representados por meio de notação hexadecimal, indo de 00 (mais escuro) até FF (mais claro) para o valor de cada uma das cores.

Assim, a cor com #000000 é o preto, pois não há projecção de nenhuma das três cores; em contrapartida, a cor com #FFFFFF representa a cor branca, pois as três cores estarão projectadas em sua intensidade máxima.

Neste site http://www.colorcombo.com/400_table.html podemos encontra uma ferramenta útil para escolher uma cor segura para Web a partir da tabela apresentada. Os números são apresentados em notação hexadecimal da cor pretendida.

Se pretender saber as cores através da escala 0 à 255 para as cores editadas pelos programas de edição de imagem, temos o site http://www.colorcombo.com/bghex.html em que basta colocar um número na escala 0 até 255 em que aparece o seu correspondente em notação hexadecimal.

A alquimia...

A alquimia é uma «pseudociência» que comportava dois ramos, a crisopeia e a panaceia.

A crisopeia visava descobrir uma substância chamada «pedra filosofal» que permitia «transmutar» (transformar) metais como o chumbo ou o cobre em prata ou ouro.
A panaceia visava descobrir um «elixir», medicamento universal permitindo curar todas as doenças.

Do século VII ao século XVII.

É o reinado da alquimia, primeiro no império muçulmano, depois na Europa, a partir do século XII, por intermédio dos textos de autores árabes tais como GEBER, em árabe Abu Musa Djabir al-Sufi (cerca de 721 - 815), AVICENA, em árabe Ibn Sina (980 - 1037) e RHAZÈS, em árabe Ibn Zakariyya ar-Râzi (865-925). A alquimia tenta, entre outras coisas, transformar metais tais como o chumbo ou o cobre em prata ou em ouro. Leva por vezes, por acaso, à descoberta de elementos químicos, tais como o mercúrio e o fósforo, e à invenção de certas técnicas, tais como a separação da prata misturada com o chumbo ou o deslocamento do cobre através do ferro numa solução de sulfato de cobre.
A alquimia baseia-se na existência de quatro elementos, a água, o ar, a terra e o fogo, e de dois princípios, o enxofre e o mercúrio, e postula que todos os metais são formados por diversas proporções dos dois «princípios».
Fonte: Explorar - A história das ciências e das técnicas (Marcel Thouin)

Como tornar a Internet Segura

Uma página para Pais e Professores que contém alguns conselhos para uma utilização segura da Internet.

Introdução

Os jovens têm aderido muito facilmente à Internet da qual são os maiores utilizadores, tendo acesso a um infindável manancial de informação que lhes amplia horizontes. A Rede [Web] tem implicações positivas mas também negativas na sua formação, sendo este um aspecto que preocupa pais e educadores. Esta preocupação é tanto maior quanto menos conhecimentos têm eles próprios das tecnologias da informação e comunicação que, na sua maioria, os jovens melhor dominam e utilizam. Pelo desconhecimento que apresentam, os pais naturalmente não se apercebem nem sabem detectar as situações de risco a que os filhos estão vulneráveis. Normalmente são alertados por notícias e avisos transmitidos pelos media e sentem-se um pouco angustiados pela sua incapacidade de analisar, na sua situação particular, os modos de actuar no caso de se aperceberem de utilizações perigosas da Internet.

Link: http://www2.cifop.ua.pt/nonio/seguranet/guia_pais.htm

O que é aprender?


Aprender é uma actividade pessoal que consiste em integrar novos saberes naqueles que já possuímos. Cada individuo realiza uma quantidade de aprendizagens variadas ao longo da sua vida.

As aprendizagens podem ser repartidas em duas grandes categorias:

  • As aprendizagens espontâneas, isto é, aquelas que se efectuam sem uma intervenção pedagógica definida, como por exemplo, uma criança aprende sozinha a andar de bicicleta.
  • As aprendizagens organizadas, ou seja aquelas que se efectuam com uma intervenção pedagógica definida.

Ensinar é portanto uma ilustração maior deste tipo de intervenção e a escola representa o lugar mais habitual onde se efectua este género de aprendizagens.

Enquanto numa aprendizagem espontânea um terceiro só pode fazer certificar aquilo que o individuo aprendeu a posteriori, numa aprendizagem organizada é exactamente o inverso que se passa: o que o individuo deve aprender é definido previamente pelo professor/formador.

O que diferencia principalmente a aprendizagem organizada da aprendizagem espontânea é, portanto, em primeiro lugar, a definição prévia de uma intenção pedagógica e, em seguida, a criação de uma situação que incita os alunos a procurar e a descobrir uma solução para o problema colocado.

Quer seja nas aprendizagens espontâneas ou nas aprendizagens organizadas, as experiências que um individuo terá tido a ocasião de viver deixarão uma marca na sua organização psíquica. Essa marca manifestar-se-á através de uma reorganização dos seus conhecimentos anteriores e através de uma modificação do seu comportamento nas aprendizagens posteriores.

Fonte: Construire des apprentissages au quotidien - Eric Degallaix e Bernadette Meurice (Istituto Piaget)

Educação e comunicação para o ócio

A escola sempre encarou o ócio como um tempo morto, um período de repouso-intervalo ou de actividades extra escolares, um espaço de tentações, distracções da produtividade - os ataques à televisão, por parte do aparelho educativo, e o Homo academicus vão sempre neste sentido.


O problema do rendimento escolar hipotecado pelo ócio deve ser invertido. Na realidade, o ócio domina hoje o sistema educativo, impondo sistemas de atracção e de sedução do aluno.

O livro escrito pelo presidente da Sony alemã, Josef Brauner, aplica uma fórmula nova: entre tempo de trabalho e tempo livre, a união seria "tempo para viver". Ambos - ócio e trabalho - o são, e a fronteira que os separa artificialmente não deve ser alargada.

O ócio permite ao cidadão aceder a etapas superiores da recreação através da noção de "apreciação", ou seja, graças a um período de formação que acompanha o ócio, o individuo passa a ser capaz de fruir de todos os aspectos de um produto cultural.

Sem paternalismo, mas com a consciência de uma nova profissão, é preciso orientar o ócio como qualquer outro tipo de actividade, uma vez que o ócio não é descanso, mas comunicação.

Fonte: Comunicação e Educação na Sociedade da Informação
(Porto Editora - 2007)

Quando temos dificuldades na conversão de medidas...?

Quando temos alguma dificuldade na conversão de qualquer de medida, desde metricas, electricas, volume ou massa, até saber o fuso horário correcto entre cidades a volta do mundo...!


Se o podemos fazer de forma fácil, automática e on-line, basta ter acesso a Internet e conhecer este site: http://www.convertworld.com/pt/
Podemos optar pelo idioma da nossa preferência...!!

Vamos nos divertir e desenhar...!

Para aqueles que gostão de se divertir desenhando uma caricatura dos amigos ou dele próprio aqui temos um site bem divertido que o permite fazer...!!

Depois clicar na tecla PRT SC do teclado...

Abrir o programa Paint que se encontra nos Acessórios do computador...

E já está...!

Soluções simples para problemas diários

Por vezes os problemas mais cabeludos podem ser solucionados da forma mais simples.


Porque sempre podemos pensar numa solução muito engenhosa para solucionar nosso problema...!!!


Quer começar a plantar algum tipo de flor exótica e o clima não ajuda?

Faça isso sem dificuldades!
Fonte:Obvious

Blogue, a “moda” cibernética… que veio para ficar

Imagine que pode ter uma espécie de diário em que “despeja” o que lhe vai na alma para que outros saibam…


Isso é possível e tem um nome: blogue. A última mania a bordo da Internet.

Todos os dias aparecem on-line novos blogues qual “cogumelos cibernéticos”. Personalidades tão distintas como os escritores Pedro Mexia ou Miguel Esteves Cardoso ou os políticos Pacheco Pereira e Pedro Adão e Silva já aderiram à nova moda cibernética, que tem motivado os mais variados artigos de análise e também críticas na Imprensa mundial.

Nos blogues fala-se, discute-se, disserta-se, partilham-se sentimentos, paixões, opiniões, visões do Mundo, ideias políticas, cria-se polémica, contam-se histórias mais ou menos íntimas, mas, acima de tudo, tem-se a liberdade de exprimir tudo o que vai na alma. Serão os blogues apenas mais uma “moda” que veio para ficar? Mas afinal, o que é que são os blogues? E, na realidade, para que serve ter uma página blogue?...

O horizonte da educação global

O ensino e a educação devem transformar-se numa dupla dimensão: intelectual e prática.

Na primeira esfera, corresponde à escola uma renovação dos princípios que a inspiram, da sua filosofia e das linguagens com que trabalha.

Na segunda esfera, a escola deve empenhar-se numa transformação profunda ao nível das suas infra-estruturas, instrumentos, regras e normas.
Pode-se dizer que ambas tarefas equivalem a uma mudança profunda do seu ecossistema comunicativo.
As escolas - e os grupos formados dentro delas - têm de estabelecer sistemas de comunicação com o meio circundante e processar a informação do contexto de forma útil aos seus fins, projectando, simultaneamente, as suas mensagens para o exterior. Em termos efectivos, esta transformação significará um alargamento do espaço educativo.

Com uma nova filosofia educativa, um novo estilo e uma nova inteligência do sistema podem surgir do aproveitamento dos novos instrumentos mediáticos e informáticos. A educação em rede - via Internet, televisão, etc. -, a formação de novas comunidades de aprendizagem - dispersas no espaço -, a criação de enormes bases de matérias didácticos, disponíveis em qualquer hora e lugar, a integração de comunidades docentes - claustros virtuais - e a superação de barreiras que impediam a colaboração representam, com efeito, caminhos de progresso para um projecto de educação mais integral.

Pois, encontramo-nos, numa era em que que os desafios específicos da sociedade da informação se ligam com os desafios de sempre da Humanidade.

Fonte: Comunicação e Educação na Sociedade da Informação - Porto Editora (2007)

As formas de apropriação das TIC

Geralmente, distinguem-se três dimensões na apropriação das TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação): uma dimensão subjectiva, uma dimensão cognitiva e uma dimensão de identitária.

  1. A dimensão subjectiva coloca a tónica na apropriação como «acto de se construir um "eu"», ou seja, acentua os centros de interesse do utilizador, as significações subjectivas de que a utilização de um objecto técnico se reveste para cada indivíduo, as formas particulares de utilização que ele imagina, a maior ou menor autonomia que ele demonstra.
  2. A dimensão cognitiva da apropriação, por seu lado, põe em evidência as formas particulares de aquisição de conhecimentos (descoberta das funcionalidades da ferramenta), de competências (aprendizagem do modo de funcionamento) e de habilidades práticas.
  3. A dimensão identitária constitui provavelmente aquela que suscitou mais pesquisas e reflexões, sem dúvida porque está relacionada com fenómenos muito ricos em significações: formação da identidade junto dos adolescentes, jogos de representações e de encenações do «eu» nos adultos, realização profissional através da utilização das TIC, etc.

Em que a identidade pessoal e a identidade social estão estreitamente interligadas...


Um primeiro exemplo, da dimensão identitária pode ser as mensagens de convívio, que surge com as comunidades telemáticas assentes em partilhas de afinidades, que também foram objecto de certas análises sociológicas minuciosas. Neste caso, a pertença a uma pequena comunidade telemática favorece o reconhecimento por parte dos outros, sedimenta, de certa forma, a identidade do grupo através da regularidade da prática. As regras de cooptação presidem à admissão no grupo, cioso de preservar a sua distinção e a sua originalidade em relação ao exterior.

O segundo exemplo da importância do fenómeno identitário que se pode citar é o dos internautas que praticam aquilo a que se chama permuta assíncrona, escrita e mediatizada no seio de um fórum público. Trata-se de utilizadores da Internet que, no seio de um fórum de discussão (newsgroups), discutem, não em tempo real, mas em diferido, e criam por vezes sítios pessoais que servem para se apresentarem.

O terceiro e último exemplo de etiquetagem social refere-se às diferenças observadas entre as práticas masculinas e femininas das TIC. As raparigas, demonstram menos curiosidade e entusiasmo do que os rapazes face a certos instrumentos de comunicação: as suas práticas articulam-se, de forma geral, em torno do sentimento de vínculo. Os rapazes também utilizam mais o computador que as raparigas, têm mais curiosidade pelas novas tecnologias, parecem ser mais habilidosos na manipulação dos equipamentos.

Apesar de as tecnologias de comunicação não terem «sexo», não são neutras: têm uma incidência nas práticas, como o demonstra o carácter socialmente sexuado da informática. Pode concluir-se que «os instrumentos de comunicação nos informam sobre o género, género esse que é construído por práticas sociais e culturais, no seio das quais as práticas de comunicação desempenham um papel central, tendo em conta o papel que desempenham na ocupação dos tempos livres».

Fonte: Sociologia dos Media - Porto Editora (2003)

O que é um blog?

Neste vídeo explica o que é um blog, por isso este deveria ser um vídeo necessário e muito útil sempre que nós perguntassem o significado, do que se trata, para que serve e como funciona...um blog.

Para poder ler as legendas em português basta escolher o idioma em:





Fonte: dotSUB

Níveis ou pontos de partida para a implementação de modelos interdisciplinares


Georges Vaideanu, especialista em matéria de conteúdos e metodologias de reformas de ensino, faz uma análise serena e ponderada da importância da interdisciplinaridade na resposta aos grandes desafios que estão colocados nos dias de hoje. A solução aqui defendida é mista e flexível.

Mista, porque prevê a articulação da interdisciplinaridade com outras tendências pedagógicas pertinentes na nossa actualidade.
Flexível, na medida em que o autor aponta para três níveis ou pontos de partida para a implementação de modelos interdisciplinares de ensino:
  • O nível institucional de reorganização e integração dos conteúdos de ensino no quadro de uma reforma educativa;
  • O nível pedagógico correspondente à actividade docente dos professores que, com o objectivo de melhorar a qualidade do seu ensino, têm vindo a desenvolver, até agora de forma espontânea mas que pode ser apoiada e incentivada, diversos tipos de experiências de coordenação e integração disciplinar;
  • A nível das realizações não formais da escola, isto é, pelo incentivo às actividades extra-escolares susceptíveis de desempenhar "um papel importante na articulação dos conhecimentos e informações recolhidas pelos alunos na escola e fora dela".

Fonte: Interdisciplinaridade - Antologia, Campo das Ciências (2006)

Apresentação do Projectblog

Este blog tem como função a apresentação do Projectblog, em que será disponibilizadas informações úteis sobre uma área disciplinar não curricular do Ensino Básico de Área de Projecto...!
Assim, como divulgação de conteúdos associados a Interdisciplinaridade no Ensino Básico.